sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

1 Coríntios 13


  • Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
  • Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
  • Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!
  • A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.
  • Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.
  • Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
  • Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
  • A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
  • A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
  • Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
  • Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
  • Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.
  • Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.
Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, Capítulo 13.

Nenhum comentário:

Postar um comentário